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[Divulgação 24-2017] – Estudo de Autor

Arte: Lucas Prisco

 

A Oficina Literária Boca de Leão fará no dia 15 de agosto o encontro para o trabalho de escrita de contos com base inspiradora em Machado de Assis e no texto de A Cartomante.

Faça a leitura do texto e venha participar com seus apontamentos.

Fonte: https://www.estudopratico.com.br/resumo-do-livro-a-cartomante-de-machado-de-assis/

 

LINK da Obra em Domínio Público.

 

Encontros: Todas as Terças-Ferias.

Horário: das 19h às 21h

Local: Auditório da Biblioteca Pública de Santa Catarina.

Contato: evandroduarte@fcc.sc.gov.br

 

Post escrito por Evandro Jair Duarte

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[Divulgação 23-2017] – Encontro de Estudo de Machado de Assis

Arte: Lucas Prisco

Dia 15 de agosto de 2017 a Oficina Literária Boca de Leão estudará o texto A Cartomante de Machado de Assis.

Venha participar deste encontro.

Fonte: https://www.estudopratico.com.br/resumo-do-livro-a-cartomante-de-machado-de-assis/

 

Encontros: Todas as Terças-Feiras.

Horário: das 19h às 21h

Local: Auditório da Biblioteca Pública de Santa Catarina.

Contato: evandroduarte@fcc.sc.gov.br

 

Post escrito por Evandro Jair Duarte

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Clube do Livro – Angélica, a identidade, a transformação e a arte (texto de Nancy Fajardo)

Nancy participou do Clube do livro e fez anotações sobre as impressões e resolveu compartilhar o texto no Blog da Oficina Literária Boca de Leão.

 

Angélica, a identidade, a transformação e a arte.

No livro Angélica, Ligia Bojunga aborda a temática da identidade e como essa identidade pode ser transformada (às vezes em contra de si mesmo) pela relação com os outros, este assunto é trabalhado através dos conflitos que alguns personagens enfrentam. Dentro dos vários animais e pessoas que estão envolvidos na historia, tem dois nos que o assunto da identidade é especialmente importante, eles são o porco Porto e a cegonha Angélica.

O porco Porto entra na vida por sua própria vontade e não tem pais ou familiares, entra no mundo sem um contexto de relações sociais que o limitem ou o determinem. Ele é feliz só de existir, se relaciona com todos os seres ao seu redor como seus pares, embora sejam diferentes dele, está alegre com ser como ele é. No livro se percebe essa alegria de viver do porco no encontro com o lago, nele, o porco agradece a vida e se enxerga como um ser completo, satisfeito com a vida e com o quem ele é.

Tudo continua dessa forma mesmo depois do porco encontrar as pessoas no porto, porem, alguém o avisou que não podia continuar vivendo sem saber escrever e ler. A entrada na escola marca uma mudança enorme na vida do porco, ele conhece outros animais que ele acha que são seus colegas, mas eles não o aceitam, e pela primeira vez o porco se enxerga no olhar dos outros e percebe que eles dão uma conotação negativa ao seu nome e a sua identidade. Sua identidade de porco é transformada pelas crenças, preconceitos e sistemas de valores que os outros trazem na interação com ele, a sua identidade (o fato de ser porco), torna-se incompleta, insatisfatória e insuficiente para sua felicidade.

A mudança que o porco sofre depois de ser inserido na escola, remete à transformação que as crianças vivenciam quando vão para primeira serie, lá eles tem contato com a escola como instituição que impõe os padrões do processo de educação, nesse momento as crianças vão de uma educação lúdica (em casa ou na creche) ao processo de educação formalizado. A importância do fato de se alfabetizar destaca a posição da escola como o lugar donde a criança pode se apropriar do saber cultural e social e ao mesmo tempo pode aprender a replicar ou questionar as práticas sociais.

Para o porco aquele olhar do outro, a interação com ele mudou de maneira radical a sua identidade e o jeito de se relacionar com si mesmo, ao ponto de ter que mudar de nome (o que ele é como animal) e de aparência para poder continuar com sua vida e ganhar a aceitação dos outros, o porco se rebela contra a sua essência e não é mais um porco e sim um Porto.

Porto continua tendo conflito com se mesmo durante quase toda a historia, mas de novo a sua identidade é modificada pela interação com os outros, desta vez é a Angélica a que começa a dar outros sentidos á identidade de porco, falando que ela mesma tem espírito de porco e que isso fez ela se diferençar dos seus irmãos, isso a fez especial. O espírito de porco faz também que Porto e Angélica tenham algo em comum, algo que os une e que faz parte do relacionamento no que os dois acabam se envolvendo.

O Porto finalmente pode volver a ser porco e ser fiel a sua própria identidade pela influência de todos os outros personagens e a aceitação deles, quando o Porto tira o disfarce todos ficam surpreendidos, mas não dão importância ao fato do Porto ser um porco e sim aos laços de amizade que eles construíram fazendo do fato do Porto ser um porco um aspecto que não muda o que o Porto é nem o relacionamento entre eles.

Adicionalmente, neste livro igual ao livro os colegas o Porto pode volver a ser porco e ser fiel a sua própria identidade a traves da arte, a traves da obra de teatro que ele e os outros personagens inventam para ganhar dinheiro. O assunto das artes é tratado no livro os colegas e no de Angélica como um importante meio para a transformação de si mesmo.

Nos colegas, os animais conseguem deixar de mendigar ou roubar para sobreviver através do seu trabalho no circo, pela arte os bichos passam de serem sujeitos marginais e se inserem no tecido social tendo proteção, trabalho e comida. Do outro lado, no livro Angélica, é através do teatro que o porco conseguiu se aceitar completamente, ter uma rede de amigos e encontrar um lugar na sociedade.

Alem da historia do porco, a temática da identidade é exposta no livro através do próprio personagem de Angélica, com diferença do Porto, ela nasce rodeada de sua família, uma rede social que define o seu papel no mundo. Eles definem a Angélica como uma cegonha que traz os bebês ao mundo. Angélica acredita em todos os significados e o papel social dela e de sua família até perceber que esse rol é mentira, mas essa mentira lhes traz muitas vantagens e privilégios no seu entorno social e a sua família não quer dizer a verdade por causa disso.

No momento em que Angélica entende a mentira, quer que a sua família mude e fale a verdade, mas não consegui convencê-los, pois para eles as vantagens da mentira justificam o fato de mentir, os pressupostos morais da família da Angélica aprovam a mentira como algo necessário dentro do seu contexto social.  Angélica se rebela contra esses preceitos morais e não está disposta a sacrificar os seus princípios éticos dentro dos quais a mentira e o engano ás crianças não pode ser justificado, em conseqüência, ela entra em conflito consigo mesma e tenta lidar com esse conflito de vários jeitos.

Num primeiro momento, Angélica tenta se afastar da sua família, ela planeja uma viagem e tenta obter a permissão dos seus pais para ir embora, mas seus pais não a deixam, então o conflito entre a sua ética e a moral proposta pelo seu entorno social fica tão grande que ela decide desnascer, a impossibilidade de ter um lugar acorde com a sua identidade e seus princípios dentro da ordem social a faz desistir do fato de existir ou ter existido.

Neste ponto da historia é enfatizado como pode ser transformadora da identidade a pressão social e a interação com os outros, especialmente em duas circunstancias: primeiro quando não tem lugar para a diferença, até o ponto de se questionar o propósito ou o valor da própria existência se não se pode expressar a própria identidade (a negação de si mesmo, o desnascimento). Segundo, quando o poder transformador do âmbito social cria possibilidades para o desenvolvimento da identidade.

Na historia, a ação dos outros é a que impede que Angélica consiga desnascer, sua família percebe quanta infelicidade causou nela pela exclusão da sua forma de pensar e impedem que ela volte para o ovo, eles a deixam ir embora e dão um presente que acham que pode lhe ajudar no seu novo caminho.  A família de Angélica da um lugar para a identidade dela dentro do tecido social que lhe possibilita criar uma realidade mais acorde com os seus princípios éticos.

A viagem da Angélica e a busca de outras realidades fazem com que ela encontre outros personagens que enxergam de outro jeito o seu papel como cegonha, um deles é o porco Porto, quem fica apaixonado por ela pelo fato de ela ser artista (tocar a flauta) e não pelo fato de ela ser uma cegonha que traz crianças ao mundo. Angélica encontra contextos sociais que dão outras opções para construir sua própria identidade e exercer um rol social que permite diversas formas de interatuar com os outros.

Angélica consegue usar sua própria historia como um jeito de mudar a sua identidade e a realidade social através da arte. Na criação de uma obra de teatro, escrevendo e pondo em cena a historia da sua vida, Angélica encontrar amizade, amor e uma maneira de expressar o errado que ela considera o rol tradicional da cegonha baseado num engano.

A arte e apresentada como um agente de transformação tão poderoso que permite que Angélica comece a mudar o próprio contexto social da sua família. Isto é evidente quando o irmão da Angélica vai assistir a obra de teatro e acaba concordando com a visão dela e questionando a legitimidade do engano para obter uma posição social privilegiada.

No livro Angélica o assunto da construção da identidade e a modificação do contexto social pela interação com os outros é abordado como um conflito dinâmico que tem um grande poder transformador. O conflito pode se manifestar tanto para a negação ou a exclusão, no caso do rechaço do Porto do fato de ser um porco e a decisão de Angélica de desnascer, quanto para a criação e realização, no caso do Porco se aceitar e conseguir a aceitação dos outros e de Angélica se repensar como diferente da sua família e com a capacidade de se expressar e modificar o seu entorno social. Adicionalmente, a arte é apresentada como uma atividade social fundamental para a mudança dos indivíduos da sociedade e da cultura ao ponto de ser o veiculo de transformação da Angélica e o Porto para resolver os seus conflitos com se mesmos e como o seu cenário social.

 

Post Escrito por Nancy Fajardo 

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3 de agosto de 2017 · 15:16

[Divulgação 22-2017] – Clube do Livro Lygia Bojunga – CORDA BAMBA

Arte: Lucas Prisco

 

O Clube do Livro Lygia Bojunga estará reunido no dia 29 de agosto de 2017 às 19h no Auditório da Biblioteca Pública de Santa Catarina para discutir sobre oa obra CORDA BAMBA de Lygia Bojunga.

Venha participar!

Traga suas anotações, suas interpretações, suas percepções, suas palavras, frases ou trechos de preferências ou que te incomodou, emocinou…

Fonte: http://casalygiabojunga.com.br/pt/obras.html

 

Texto extraído do site CASA LYGIA BOJUNGA

http://casalygiabojunga.com.br/pt/obras.html

Corda bamba

Corda bamba é um sopro de coragem que nos leva ao encontro de forças adormecidas. E com cuidado, bem ao seu estilo, Lygia “estica a corda” e nos faz transpor a ponte que liga duas extremidades: realidade e fantasia. Trabalhando na linha psicológica, com muita sensibilidade e respeito ao ser humano, enfoca a morte e seus estigmas. Conduz com maestria e um humor singular o aprendizado de viver com a perda. Ilumina a obscuridade ao levantar questões que passam despercebidas no cotidiano. Cria diálogos ricos entre o inconsciente e a realidade, e nos leva à compreensão de que podemos caminhar sozinhos e sermos bem sucedidos, mesmo que andemos na corda bamba.

Corda bamba foi filmado pela TV sueca, encenado em teatros do Brasil, Alemanha e Holanda.

Post escrito por Evandro Jair Duarte

 

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[Divulgação 21-2017] – Estudo de personagem

Arte: Lucas Prisco

 

Dia 8 de agosto de 2017 a Oficina Literária Boca de Leão estudará a construção de personagem.

Breve teoria e exercício para prática em casa.

 

Encontros: Todas as Terças-Feiras.

Horário: das 19h às 21h

Local: Auditório da Biblioteca Pública de Santa Catarina.

Contato: evandroduarte@fcc.sc.gov.br

 

Post escrito por Evandro Jair Duarte

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1 de agosto de 2017 · 15:03

Divulgação 20-2017 – Leitura de Machado de Assis – A Causa Secreta

Arte: Lucas Prisco

 

A Oficina Literária está em Recesso de 11 de julho a 1 de agosto.

 

Dia 5 de setembro é a vez de estudar o texto: A CAUSA SECRETA de Machado de Assis. Leitura fundamental para os encontros.

LINK para a obra em Domínio Público.

Fonte: http://ofielcarteiro.net/livros/contos-de-machado-a-causa-secreta/

 

 

Encontros: Todas as Terças-Ferias.

Horário: das 19h às 21h

Local: Auditório da Biblioteca Pública de Santa Catarina.

Contato: evandroduarte@fcc.sc.gov.br

 

Post escrito por Evandro Jair Duarte

 

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Divulgação 19-2017 – Leitura de Machado de Assis – A Cartomante

Arte: Lucas Prisco

 

A Oficina Literária está em Recesso de 11 de julho a 1 de agosto, retornando as atividades no dia 8 de agosto de 2017, com recepção dos novos inscritos, explicação do funcionamento da Oficina e com estudo de personagem e exercício de criação de um personagem.

No dia 15 será estudado o texto de Machado de Assis: A CARTOMANTE. Leitura fundamental para as duas primeiras aulas da Oficina.

No dia 15 de agosto será feito o trabalho de escrita de contos com base inspiradora em Machado de Assis e no texto de A Cartomante.

Fonte: https://www.estudopratico.com.br/resumo-do-livro-a-cartomante-de-machado-de-assis/

 

LINK da Obra em Domínio Público.

 

Encontros: Todas as Terças-Ferias.

Horário: das 19h às 21h

Local: Auditório da Biblioteca Pública de Santa Catarina.

Contato: evandroduarte@fcc.sc.gov.br

Post escrito por Evandro Jair Duarte

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Divulgação 18-2017 – ENCONTROS DE AGOSTO DE 2017

Arte: Lucas Prisco

AGOSTO

1 – RECESSO – Ler Machado de Assis – A cartomante ou A causa secreta

8 – Estudo de personagem – Teoria e Prática

15 – Estudo de Autor – Machado de Assis – Conto: A Cartomante – (Estudo e Exercício)

22 – Não haverá encontro (exercício encaminhado por e-mail)

29 – Clube do Livro Lygia Bojunga – Corda Bamba

 

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ASSIS, Machado. A cartomante. Seleção de contos. Rio de Janeiro: Revan, 1989. p.125.

ASSIS, Machado. A causa secreta. Obras completas de Machado de Assis. Rio de Janeiro: Aguilar. 1994. vol. II. p. 511.

ASSIS, Machado. A missa do galo. Seleção de contos. Rio de Janeiro: Revan, 1989. p.163.

ASSIS, Machado. O enfermeiro. Obra completa de Machado de Assis. Rio de Janeiro: Nova Aguilar. 1994. vol.II.

GANCHO, Cândida Vilares. Como analisar narrativas. 3. ed. São Paulo: Ática, 1995.

GOLDBERG, Natalie. Escrevendo com a alma: desperte o escritor que há em você.

LAJOLO, Marisa. O que é literatura. São Paulo: Nova Cultural, 1986. (Coleção Primeiros Passos, v. 92).

LEITE, Ligia Chiappini Moraes. O foco narrativo: ou a polêmica em torno da ilusão. 8. ed. São Paulo: Ática, 1997.

MARIA, Luiza de. O que é conto. 2. ed. São Paulo: Brasiliense, 1986. (Coleção Primeiros Passos, v. 135).

PAIXÃO, Fernando. O que é poesia. 5. ed. São Paulo: Brasiliense, 1988. (Coleção Primeiros Passos, v. 63).

REIMÃO, Sandra Lúcia. O que é romance policial. 2. ed. São Paulo: Brasiliense, [1983]. (Coleção Primeiros Passos, v. 109).

SILVA, Antonio Manoel dos Santos. Análise do texto literário: orientações estilísticas. Curitiba: Criar Edições, 1981.

ZILBERMAN, Regina. Como e por que ler a literatura infantil brasileira. Rio de Janeiro: Objetiva, 2005. (Como e por que ler ; 4).

 

 

 

Evandro Jair Duarte

Doutorando em Ciência da Informação (UFSC)

Mestre em Ciência da Informação (UFSC)

Especialista em Gestão da Informação e Inovações Tecnológicas (FACINTER/IBPEX)

Bacharel em Biblioteconomia – Habilitação em Gestão da Informação (UDESC)

Bibliotecário da Biblioteca Pública de Santa Catarina – CRB 14/1145

Matrícula 332329-3-02

E-mail: dujaev@gmail.com

 

Post escrito por Evandro Jair Duarte

 

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Divulgação 17-2017 – INSCRIÇÃO – Escrita de Contos – Oficina Literária Boca de Leão

Arte: Lucas Prisco

A Oficina Literária Boca de Leão tem como objetivo iniciar os participantes no processo de escrita para a liberação da criatividade textual. Conhecer gêneros literários. Estudar clássicos da literatura nacional e estrangeira. Oferece a oportunidade de estudar contos. Escrever contos curtos. Escrever um conto para compor o e-book anual da Oficina Literária Boca de Leão.

 

Ação gratuita e aberta à comunidade catarinense.

Faixa etária acima de 18 anos.

Data de início: 8 de Agosto de 2017.

Horário: das 19h às 21h

Local: Auditório da Biblioteca Pública de Santa Catarina

Para certificação é necessário ter o mínimo de 70% de participação e frequência.

Inscrições abertas de 17 a 28 de julho de 2017.  Clique aqui.

E-mail: evandroduarte@fcc.sc.gov.br.

Contato – Evandro Jair Duarte (48) 3665-6422.

 

 

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Divulgação 16-2017 – ENCONTROS DE JULHO 2017

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Arte: Lucas Prisco

 

JULHO

4 – Gêneros Literários – Literatura Infantil e Juvenil – Turma A e B – Estudos

11 – RECESSO – Ler Machado de Assis – A cartomante ou A causa secreta

18 – RECESSO – Ler Machado de Assis – A cartomante ou A causa secreta

25 – RECESSO – Ler Machado de Assis – A cartomante ou A causa secreta

 

 

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ASSIS, Machado. A cartomante. Seleção de contos. Rio de Janeiro: Revan, 1989. p.125.

ASSIS, Machado. A causa secreta. Obras completas de Machado de Assis. Rio de Janeiro: Aguilar. 1994. vol. II. p. 511.

ASSIS, Machado. A missa do galo. Seleção de contos. Rio de Janeiro: Revan, 1989. p.163.

ASSIS, Machado. O enfermeiro. Obra completa de Machado de Assis. Rio de Janeiro: Nova Aguilar. 1994. vol.II.

GANCHO, Cândida Vilares. Como analisar narrativas. 3. ed. São Paulo: Ática, 1995.

GOLDBERG, Natalie. Escrevendo com a alma: desperte o escritor que há em você.

LAJOLO, Marisa. O que é literatura. São Paulo: Nova Cultural, 1986. (Coleção Primeiros Passos, v. 92).

LEITE, Ligia Chiappini Moraes. O foco narrativo: ou a polêmica em torno da ilusão. 8. ed. São Paulo: Ática, 1997.

MARIA, Luiza de. O que é conto. 2. ed. São Paulo: Brasiliense, 1986. (Coleção Primeiros Passos, v. 135).

PAIXÃO, Fernando. O que é poesia. 5. ed. São Paulo: Brasiliense, 1988. (Coleção Primeiros Passos, v. 63).

REIMÃO, Sandra Lúcia. O que é romance policial. 2. ed. São Paulo: Brasiliense, [1983]. (Coleção Primeiros Passos, v. 109).

SILVA, Antonio Manoel dos Santos. Análise do texto literário: orientações estilísticas. Curitiba: Criar Edições, 1981.

ZILBERMAN, Regina. Como e por que ler a literatura infantil brasileira. Rio de Janeiro: Objetiva, 2005. (Como e por que ler ; 4).

 

Florianópolis, 3 de Julho de 2017

 

Evandro Jair Duarte

Doutorando em Ciência da Informação (UFSC)

Mestre em Ciência da Informação (UFSC)

Especialista em Gestão da Informação e Inovações Tecnológicas (FACINTER/IBPEX)

Bacharel em Biblioteconomia – Habilitação em Gestão da Informação (UDESC)

Bibliotecário da Biblioteca Pública de Santa Catarina – CRB 14/1145

Matrícula 332329-3-02

E-mail: dujaev@gmail.com

 

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